08/07/2014

Resenha: A Seleção

a selecao 35 meninas, uma coroa
No futuro, mais precisamente depois a 3ª e 4ª guerra mundial, a China invade os Estados Unidos por conta de altas dívidas não pagas ao país oriental. Os Estados unidos então passa a se chamar Estado Americano da China. A Rússia não quis ficar de fora dessa e tentou invadir para expandir seu território mas na primeira tentativa, o país fracassou. Esse fracasso deu a oportunidade do Estado Americano da China de rebater esse ataque. Todo o norte americano e a China se uniram para combater a Rússia.  E assim, nasceu Illéa! O país da trilogia A Seleção, um país que tem como forma de governo a monarquia e a classe social é dividida em castas. A casta Um é a nobreza e vai até a Oito, que são os mendigos. 

Quando o príncipe chega em uma determinada idade o governo promove o concurso A Seleção. O concurso é uma espécie de Big Brother onde 35 garotas de toda Illéa se inscrevem para ser a nova esposa do príncipe. Para toda garota normal, ser selecionada no concurso é uma dádiva. Algumas participam por conta do dinheiro que é dado pelo governo para à família. E assim conhecemos nossa protagonista, a América Singer. América é da casta Cinco – a casta dos artistas – vive cantando e tocando instrumentos para sustentar a família, nunca quis ser da nobreza. Ela tem a certeza de que não vai ser selecionada, então se inscreve pensando nas vantagens e por conta do seu namorado, Aspen Leger, que está uma casta abaixo – ela é uma Cinco e ele um Seis e relacionamentos assim são mal vistos na sociedade, mas eles se amam, então... – Só que claro, ela é selecionada.

Agora ela tem que largar tudo e ir morar no castelo, participando do concurso pelo qual nunca quis participar. 

Chegando ao castelo ela se torna amiga do príncipe Maxon. Porém o que ela não esperava aconteceu: América começou se apaixonar por Maxon.


Admito que tive um certo preconceito antes de ler A Seleção. Eu pensei coisas do tipo "Ah, deve ser algo super feminino" "Deve ser aquelas baboseiras de moda" e blá blá blá... até que eu descobri que não era bem assim. Demostrei um certo espanto ao ler a sinopse e descobri que na verdade o livro se tratava de uma distopia. 

Eu amo distopias. 

A história não tem uma pausa "chata" a história evolui muito bem e com um ritmo certo. Os personagens são bem legais, a gente não tem aquela sensação de um personagem ser demais e nem de menos. O livro é muito bom! 

A Kiera Cass usa uma linguagem bem jovem. Bem leve e não é difícil de se entender. 

Ah, mas não tem nenhum ponto negativo?

Sim, tem dois. Eu particulamente não gostei do modo que o concurso é feito. Não achei  justo e dinâmico o modo que ele é desenvolvido. Acho que se, tivesse umas provas, desafios e coisas do tipo seria bem mais interessante. E eu acho que a Kiera deveria explorar mais sobre a vida das 34 candidatas. Principalmente as meninas da mesma casta da América e a Celeste 

A seleção é uma trilogia, então tem mais dois livros pela frente! A Elite e A Escolha. 

Vai ter filme?

Bom, iria existir uma série de TV, a The CW (mesma empresa do The Vampire Diaries) adquiriu os direitos em 2013. Fizeram um piloto e foi barrado. Tentaram outra vez, mudaram o elenco, roteiro e... barrado outra vez. Então a CW desistiu e devolveu os direitos para a Kiera. Filme? Nop. Pelo menos ainda, mas seria mais legal ter uma série, né?


Vale lembrar que a Kiera vai estar na Bienal do Livro de São Paulo esse ano!

Quem será que América vai escolher? Aspen ou Maxon? Que venha A Elite! :p 


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